Você já deve ter ouvido falar em bitcoin e outras moedas virtuais. Esses recursos ganharam notoriedade nos últimos anos pela inovação e por revolucionar o modo de fazer negócios. O que pouca gente sabe é que a tecnologia que permite isso é o blockchain, palavra traduzida como cadeia de blocos.

Nesse momento, você deve estar pensando que faz pouco sentido entender mais sobre essa tecnologia. Grande engano! Mais que possibilitar a criação do bitcoin, essa rede melhora a relevância do capital social e virtual, além de permitir que sua organização seja competitiva diante nessa nova economia que se apresenta.

Então, qual o impacto desse avanço para o seu negócio e como ele ajuda a acelerar os resultados alcançados? Veremos a resposta neste post, junto a outros detalhes sobre o funcionamento, os benefícios e o nível de segurança desse processo.

Acompanhe a leitura!

O que é o blockchain?

A chamada cadeia de blocos é uma base de dados que armazena as transações feitas no ambiente virtual e as distribui entre os diferentes computadores que estão ligados a essa estrutura. As informações são criptografadas e ficam gravadas para sempre, o que forma um sistema de registro coletivo.

Nesse contexto, está longe de ser um exagero dizer que essa tecnologia criou o alicerce necessário para o surgimento de um novo tipo de internet. Isso ocorre porque as informações digitais são distribuídas, mas é impossível copiá-las. Assim, as transações são digitalmente assinadas e têm sua autenticidade assegurada.

A história do blockchain

Essa tecnologia surgiu como um dos códigos-fonte do bitcoin, primeira moeda virtual, que foi criada por Satoshi Nakamoto — algumas pessoas acreditam que esse nome não é de um indivíduo, mas sim de um grupo de indivíduos que utilizam o pseudônimo. A ideia teve como propósito trazer mais confiança ao mercado financeiro e oferecer transações mais transparentes.

Apesar de esse fato ter ocorrido em 2008, os primeiros trabalhos com o blockchain foram realizados ainda em 1991, por Stuart Haber e W. Scott Stornetta. Na época, eles não utilizaram esse nome, mas lidaram com uma rede de blocos que continha uma criptografia segura.

Atualmente, os especialistas em tecnologia vêm buscando novos potenciais de uso da cadeia de blocos. As instituições financeiras e de seguros, e os mercados de capital, por exemplo, utilizam esse recurso para criarem modelos de negócios disruptivos. Por sua vez, as empresas de logística utilizam para trazer mais visibilidade à cadeia de suprimentos.

Esses exemplos evidenciam que a cadeia de blocos é criptograficamente segura e oferece uma camada de dados passível de utilização para trilhar a propriedade de ativos através de fronteiras de segurança. Esse cenário oferece novas oportunidades à colaboração interorganizacional e aos novos modelos de negócios criativos.

Ao mesmo tempo, amplia a transformação digital de uma empresa para outras companhias por meio do compartilhamento de informações com consumidores, fornecedores e parceiros. Assim, fica claro que essa rede pode ser programada para registrar transações financeiras, mas também outras que agreguem valor virtual.

Como funciona a tecnologia blockchain?

A tradução da palavra em inglês demonstra como é seu funcionamento. Por ser uma cadeia de blocos, cada uma das unidades contém várias informações sobre diferentes operações. A assinatura digital é única e é como uma impressão digital, que fornece segurança ao processo pelo fato de os dados estarem criptografados.

Para entender melhor, confira as etapas que compõem o funcionamento do blockchain:

  • início da operação: é o começo da troca de um dado, que pode ser uma moeda digital ou qualquer outra informação;

  • criação do bloco: é feita a agregação da transação a outras pendentes e formam um bloco, que é integrado à cadeia e distribuído para os computadores;

  • verificação: há a avaliação e cálculo da operação pelos mineradores. Com isso, é feita a validação do item a partir das regras preestabelecidas, somente quando se chegar a um consenso;

  • geração do hash: é o algoritmo que faz o mapeamento dos dados complexos a partir da criptografia e confere uma assinatura digital;

  • execução: é feita a transferência do valor entre as partes envolvidas.

Os blocos de informações estão, de certa forma, acorrentados. Por isso, formam uma rede. Nesse cenário, é preciso conhecer seus conceitos principais.

Hash

O hash, também chamado de proof of work, é a assinatura digital da cadeia de bloco. Ela funciona como uma impressão e traz mais segurança à transação por funcionar de maneira similar a um elo de ligação.

Cada unidade tem sua própria hash e outra que faz parte do bloco anterior. É assim que as informações são interligadas e formam a cadeia. Também é essa característica que faz os dados serem praticamente invioláveis. Caso um hacker acesse o sistema e queira ter acesso a eles, é preciso decifrar as duas assinaturas presentes em cada unidade.

Essa assinatura funciona porque o hash é uma posição matemática que gera um código de algarismos e letras para representar os dados do usuário. Isso diminui o volume de informações em um processo de adaptação digital essencial para o bom funcionamento do sistema.

Ademais, caso seja feita alguma alteração nos dados, o hash é automaticamente modificado. Na criação de um novo bloco, a assinatura anterior é inserida e é gerado uma espécie de selo.

Ledger

O também chamado livro-razão é a parte que armazena as informações do blockchain. Assim que os dados são inseridos, é impossível apagá-los. Portanto, é nesse local que está indicado qual o valor de cada operação, o que foi incluído na transação etc.

Porém, inexistem nomes ou documentos, porque somente há endereços formados por números e letras embaralhados.

Nós

Esse termo se refere a um grupo de participantes que têm o mesmo interesse. Por exemplo, no caso da bitcoin, um nó pode ser composto por indivíduos que desejam transferir dinheiro. Nesse contexto, há duas possibilidades:

  • grupo transacional: é formado por pessoas que escrevem ou geram seu bloco;

  • mineradores: são os indivíduos que procuram blocos válidos.

Chaves criptográficas

Os indivíduos que desejam trabalhar com essa tecnologia têm acesso a uma chave privada e outra pública. As duas são criptografadas — por isso, mantêm a segurança dos dados.

Para entender, é como se a chave privada fosse a senha da sua conta bancária e a pública os dados de conta e agência. Com o propósito de realizar qualquer operação, é necessário ter as duas informações. Caso contrário, a transação é impossibilitada. Ao combinar as duas chaves, é gerada a assinatura digital, que é o hash.

Rede distribuída

A ideia é que diferentes computadores recebam uma cópia da transação e a validem, independentemente de ela ser financeira ou não. Esse processo ocorre de forma automática. No entanto, se alguma máquina fizer uma alteração dos dados, inexiste consenso e há uma rejeição da rede. Essa característica também aumenta a transparência e a segurança das operações.

Por todos esses conceitos, fica claro que o funcionamento do blockchain é complexo, mas simples de ser compreendido. Ela tem suas próprias regras de funcionamento, mas basicamente é formada por diferentes informações inseridas em blocos, que se interligam e formam uma cadeia maior.

Cada minerador recebe os blocos para sua validação e confirmação. Assim que esse procedimento é realizado, a unidade é devolvida para a cadeia para que haja um consenso. É assim que a operação se torna incontestável e o bloco é inserido no histórico da rede para ter suas informações armazenadas.

Quais são os benefícios do blockchain?

As vantagens dessa tecnologia são variadas e vão muito além do seu uso para o bitcoin e outras moedas virtuais. Na verdade, já ficou claro que os benefícios servem para diferentes operações, tanto que o blockchain passou a ser chamado de protocolo de confiança.

Por que isso acontece? Existem três principais vantagens que justificam essa denominação. Veja!

1. Transparência

Os dados armazenados no ledger são compartilhados com os integrantes da rede e o acesso é facilitado. Quando uma transação é executada, ela é automaticamente registrada nesse ambiente.

É importante lembrar que a transparência é fortalecida pela imutabilidade das operações, já que é impossível alterá-las ou excluí-las depois de submetida.

2. Privacidade

A criptografia dos dados garante sua privacidade, mesmo eles sendo de acesso público. O endereço pode ser ocultado com facilidade e não existe prejuízo à validação do bloco. Com isso, as informações são consistentes, completas, precisas, oportunas e disponíveis, o que gera autoridade às partes envolvidas.

Além disso, inexiste um ponto central de falha, o que torna a cadeia mais resistente a invasões e tentativas de fraude.

3. Segurança

Esse quesito é assegurado especialmente porque o documento não pode ser modificado depois de ser registrado. Essa característica garante o cumprimento dos acordos e dos termos dispostos. Isso também leva a uma redução significativa das possibilidades de fraudes.

No critério segurança, vale a pena destacar ainda a integridade do processo. Como os usuários negociam entre si, sem a intermediação de um terceiro, há certeza de que os comandos do protocolo serão executados de maneira exata.

Apesar de ficar evidente que o blockchain é bastante seguro, ainda existem muitas dúvidas no que se refere a esse requisito. Por isso, explicaremos a seguir em qual nível essa condição pode ser verificada.

Qual é seu nível de segurança?

Por todas as características já mencionadas, o nível de segurança do blockchain é bastante elevado. Diversos fatores confirmam essa informação, inclusive o armazenamento distribuído dos dados na rede. Ao fazer isso, a cadeia elimina os riscos da centralização das informações, especialmente porque os pontos de vulnerabilidade a serem explorados estão espalhados em diferentes locais — e esses são os aspectos utilizados pelos hackers.

A criptografia e as chaves pública e privada também tornam os dados incorruptíveis. Como existe uma integridade nos dados, os múltiplos nós da estrutura são analisados e isso protege contra ameaças e má utilização da tecnologia. A existência de um código único (assinatura digital ou hash) para cada transação também aumenta a segurança das informações.

Na prática, isso significa que, para que um hacker decifrasse as informações, ele precisaria tirar a criptografia da hash do bloco e do anterior. Por estar em uma cadeia, esse processo é contínuo e quase impossível de ser finalizado. Por sua vez, para que uma fraude seja executada, é necessário que o invasor altere os dados registrados em diferentes computadores.

Para isso, é preciso que a capacidade de processamento da máquina do hacker seja maior que a de todos os outros equipamentos existentes. Percebe como é praticamente impossível aliar todos esses aspectos para fazer uma invasão ou fraude?

Aliás, o quesito segurança é um dos principais para o uso do blockchain em outros segmentos de negócio, além do financeiro. Quer saber de que forma essa tecnologia pode ser utilizada? Continue lendo!

Quais são as possibilidades, além do bitcoin?

Os diferentes segmentos de negócios já perceberam que a cadeia de blocos é uma alternativa interessante para viabilizar suas operações. Isso acontece porque os usuários são capazes de criar valor e autenticar as informações digitais — situações necessárias para (quase) todos os tipos de empreendimentos.

Essa demanda é tão relevante que o número de vagas relacionadas a essa tecnologia aumentaram 207% de dezembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme dados recuperados do site Indeed.com. Então, como o blockchain pode ser explorado pelas organizações? Confira algumas possibilidades!

Smart contracts

Os chamados contratos inteligentes são codificados por meio de registros distribuídos e são executados a partir de condições específicas. Atualmente, é possível programar a realização de funções simples.

Por exemplo: um derivativo pode ser pago de forma automática quando determinado instrumento financeiro alcança um benchmark, isto é, uma referência.

Economia compartilhada

Os serviços inseridos nesse cenário, como Uber e AirBnB, são favorecidos ao possibilitarem pagamentos peer-to-peer, que permite uma interação direta entre os envolvidos. Essas transações permitem agilizar as negociações entre os usuários.

Governança

A transparência dos resultados e seu acesso público garante mais governança às empresas públicas e privadas, especialmente no que se refere a pesquisas e outros processos. Essa característica favorece a tomada de decisão no blockchain, com possibilidade de gerenciar ativos digitais, informações e patrimônio.

Auditoria da cadeia de suprimentos

O contexto atual da tecnologia permite que os consumidores verifiquem na cadeia de blocos se as alegações sobre produtos e serviços são verdadeiras. As informações são registradas com data e hora e correspondem a um número de produto. Esse processo garante a auditoria da cadeia de suprimentos para assegurar a qualidade dos itens comercializados.

A empresa Provenance, do Reino Unido, realiza esse procedimento para diferentes bens de consumo. Um exemplo é o blockchain Ethereum, que é usado para garantir a sustentabilidade da pesca dos peixes vendidos em restaurantes de sushi no Japão.

Assim, é assegurado que os fornecedores na Indonésia colocam em prática estratégias ambientalmente corretas.

Armazenamento de arquivos

A descentralização do armazenamento de arquivos protege os documentos contra perdas e invasões. A internet com sites totalmente descentralizados também agiliza a transferência e o tempo de streaming.

Previsões de mercado

A cadeia de blocos armazena diferentes dados, que ajudam a prever situações futuras do mercado para embasar as tomadas de decisão.

Gerenciamento de identidade

A gestão de identidades é essencial para as transações online e é aprimorada pelos registros distribuídos, que confirmam quem você é e digitalizar os documentos pessoais. Essa questão é especialmente importante para os smart contracts e para operações inseridas na economia compartilhada.

Em suma, o blockchain é uma tecnologia passível de uso em diferentes âmbitos. No sistema financeiro, a esperança é que os sistemas operacionais sejam simplificados e que o ambiente se torne mais seguro e livre de fraudes. Em outros mercados, o recurso é adotado para armazenar e compartilhar músicas, documentos e diferentes tipos de arquivos.

Entre as possibilidades estão:

  • prontuários médicos;

  • créditos de carbono;

  • diplomas;

  • históricos escolares;

  • documentos de identificação, a exemplo do RG e do passaporte;

  • registros de automóveis ou imóveis etc.

Como o blockchain pode acelerar os negócios?

O contexto apresentado até aqui evidencia que essa tecnologia tem ampla utilização. Porém, de que forma ela alavanca os resultados do seu negócio? A resposta passa pela inovação. Por meio da rede de blocos, uma indústria, por exemplo, é capaz de aperfeiçoar sua cadeia de produção e distribuição, o que traz impactos positivos ao consumidor.

O compartilhamento de informações em tempo real das diferentes etapas executadas em uma organização agilizam as tomadas de decisão e permitem ao gestor se antecipar a problemas. No setor público, especificamente, as características dessa tecnologia são bastante relevantes.

A arquitetura distribuída, por exemplo, traz benefícios à relação entre os cidadãos e o governo, já que é um instrumento importante para proteger informações, impedir fraudes e identificar alterações. Da mesma forma, contribui para a prestação de contas dos gestores à população, medida que garante o cumprimento do princípio da transparência dos dados.

É por isso que são verificadas iniciativas de uso do blockchain em órgãos públicos em diferentes continentes. A concentração é maior na Europa e nos Estados Unidos, sendo que as principais aplicações estão relacionadas a:

  • pagamentos e moedas digitais;

  • registros imobiliários;

  • sistemas de votação;

  • sistemas de identidade.

Em alguns países — como Índia, Dinamarca, Singapura e Canadá — há pesquisas para o desenvolvimento de criptomoedas como alternativa ao sistema fiduciário. Assim, é possível reduzir o custo de emissão e manutenção do papel-moeda. Outra proposta se refere à digitalização dos registros de propriedade, já que a tecnologia preserva os dados e traz transparência aos processos.

Perceba que, assim como a tecnologia na nuvem, o blockchain causa uma disrupção em diferentes empreendimentos. É por meio dessa rede que se prova a realização de determinada operação no mundo digital. Além disso, há redução de custos com infraestrutura e segurança, aumento da produtividade, assim como da capilaridade e do potencial de atendimento.

Ao mesmo tempo, novos serviços são gerados e as informações ficam mais transparentes. Desse modo, há uma revolução em andamento nas empresas, na sociedade e no governo. Basta saber aplicar essa ideia na sua organização.

Como aplicar a tecnologia na sua empresa?

Existem diferentes possibilidades de aplicação do blockchain em organizações públicas e privadas. Mais que o bitcoin, essa tecnologia contribui especialmente para a gestão de processos e documentos. Isso ocorre porque o armazenamento de informações na rede faz com que ela se torne perpétua, confidencial e impossível de ser modificada sem que todos os integrantes da cadeia sejam informados sobre essa alteração.

Porém, de que forma essa tecnologia pode ser aplicada no seu negócio? É o que veremos em seguida. Confira os exemplos!

Agilização dos meios de pagamento

A cadeia de blocos é uma forma de pagamento mais rápida, porque elimina intermediários e não exige a espera do tempo de compensação bancária. Isso significa que há mais dinamicidade nas transações, o que traz agilidade aos participantes, além de menos burocracia — e isso é feito por meio de um processo totalmente seguro.

Formalização de negociações

Os smart contracts são códigos digitais que simplificam, realizam e garantem as operações da rede. Isso assegura sua formalização sem intermediários. Ademais, a linguagem utilizada é mais simples, porque não precisa seguir o jargão jurídico, que muitas vezes é difícil de ser interpretado. O resultado é a transparência do documento e a compreensão de obrigações e consequências para as partes envolvidas.

Automação de processos logísticos

A cadeia de blocos é capaz de otimizar processos manuais realizados nas alfândegas em relação ao despacho de mercadorias. Com a automação, a liberação dos produtos é mais rápida e há uma significativa redução de custos para os ativos físicos, por exemplo, os contêineres de transporte.

A expectativa é que a rede seja utilizada em toda a cadeia de suprimentos, junto a outras tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, machine learning e robótica.

Eficiência nas eleições e no sistema público

A gestão governamental também pode ser aprimorada pela cadeia de blocos. As características da tecnologia oferecem mais visibilidade, transparência e segurança aos dados — e isso implica melhoria do atendimento à população. Do mesmo modo, a corrupção é diminuída, já que os registros permanecem armazenados na rede.

Em resumo, essa tecnologia garante a autenticidade e a anterioridade de documentos e registros, assim como sua imutabilidade. As informações permanecem atualizadas e os gestores ainda têm a possibilidade de automatizar e digitalizar os processos executados.

Com todos esses benefícios, fica claro que essa tecnologia representa uma inovação é uma tecnologia disruptiva, que muda totalmente os modelos de negócios. Mais que as melhorias no mercado financeiro, a cadeia de blocos pode alterar diferentes segmentos de atuação, medida que traz vantagem competitiva, automação dos processos e melhoria da eficiência estatal.

Por isso, vale a pena terceirizar o serviço com uma empresa especializada, que é capaz de gerenciar a segurança das informações e fazer a integração de soluções, como a Vectra. Depois disso, é só contar com o suporte tecnológico para colocar em prática o blockchain e outras tecnologias que alavanquem os resultados do seu negócio.

E você, o que achou de entender mais sobre o blockchain e suas possibilidades de aplicação? Compartilhe esse conhecimento deste post nas suas redes sociais!