A Tecnologia da Informação (TI) é um dos principais setores relacionados com a administração dentro de um hospital, não é mesmo?

Porém, o papel na gestão assistencial e nos dados clínicos também é outra importante função do setor de TI dentro de uma instituição. E os benefícios que o fortalecimento dessa área pode trazer ao paciente são inúmeros.

Quer conhecer um pouco mais sobre as vantagens da TI no alcance do cuidado de excelência oferecido aos pacientes? Confira no post a seguir:

1. A importância da TI na gestão de cuidados do paciente

Já faz algum tempo que a Tecnologia da Informação (TI) deixou de ser apenas um setor estratégico da gestão hospitalar — principalmente por lidar com o armazenamento e integração de dados.

Assim, esse setor também passou a exercer papel importante no auxílio do tratamento de pacientes dentro dos estabelecimentos de saúde.

Prova disso é o funcionamento das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) dentro dos hospitais. Com tantos casos graves, assistidos por inúmeros equipamentos de alta tecnologia, é possível imaginar uma área que seja mais complexa que a UTI?

É pensando nisso que em hospitais de grande porte as UTIs e demais áreas funcionam e se intercomunicam por meio de um software de informação hospitalar.

Nesse contexto, a função da TI dentro de uma instituição de saúde extrapola o planejamento estratégico de conduzir o fortalecimento do hospital. A TI também passa a atuar no processo terapêutico.

Tendo em vista essa função, a infraestrutura de todo o setor de TI dentro de um hospital deve garantir a segurança do paciente, apesar de ser uma área técnica. Devem assegurar que os sistemas de informação dentro do hospital sejam estabelecidos com segurança e eficácia para o bom funcionamento conjunto da instituição.

Dessa forma, a conectividade deve ser minimamente pensada e implantada, já que existe um emaranhado de cabos articulados que podem interferir na segurança da pessoa em tratamento no hospital.

É nesse aspecto que o emprego de Data Centers, ou Centro de Processamento de Dados, é imprescindível. Ele nada mais é do que um ambiente reservado para concentrar funcionários, além de equipamentos de processamento e armazenamento de dados, assim como gerenciam os sistemas de informação internos.

E é justamente esses sistemas de informação que automatizam os processos relacionados ao cuidado com o paciente. Além disso, esses softwares são utilizados para dar o suporte nas decisões terapêuticas estabelecidas pelo corpo clínico.

Como exemplo, há o sistema de prescrição eletrônica, que pode alertar o profissional sobre uma eventual incompatibilidade de medicamentos.

Isso sem contar que os sistemas de informação são capazes de cruzar, nos bancos de dados que armazena, várias informações que a memória humana jamais conseguiria guardar. O que é muito importante quando o médico necessita consultar dados clínicos de determinado paciente.

Diante da importância que a TI representa na gestão do cuidado, vale a pena conhecer alguns benefícios que essa ferramenta pode trazer tanto para o paciente quanto para o setor administrativo do hospital. Então, continue a leitura a seguir.

2. Os 5 benefícios da TI para a gestão hospitalar

2.1. Redução de riscos e erros médicos

O Brasil presenciou um aumento de 140% nos erros médicos apenas durante o período de 2010 e 2014, segundo o Tribunal Superior de Justiça (TSJ). Isso representa não só vidas perdidas como também pessoas que tiveram sua qualidade de vida prejudicada pelas sequelas que ficam.

Sem contar no transtorno que isso pode trazer tanto para os profissionais de saúde envolvidos quanto para as instituições de saúde onde ocorreram os erros.

Além disso, o prejuízo financeiro devido a processos judiciais longos e indenizações milionárias podem não só destruir a reputação de um hospital como também inviabilizar que o estabelecimento continue funcionando.

Mas a boa notícia é que grande parte dos erros que acontecem poderiam ser evitados com a ajuda da Tecnologia da Informação (TI) empregada na área da saúde.

Assim, recursos tecnológicos como o Prontuário Eletrônico do paciente (PEP) podem gerar alertas em tempo real para enfermeiros e médicos, impedindo equívocos durante a administração de fármacos.

Dentre eles, interações entre medicamentos, superdosagens, reações adversas, troca de medicação entre pacientes, erro nos horários de administrar a medicação. Sem contar o atraso na hora de checar os medicamentos ou até mesmo atraso na liberação da prescrição.

Muitos erros médicos também ocorrem devido a informações desencontradas sobre determinado paciente. Assim, o armazenamento de todos esses dados em uma única plataforma permite o acesso a dados mais precisos e confiáveis.

Além disso, a integração de todos os dados de determinado paciente em um único sistema permite que o médico possa estabelecer a linha terapêutica mais adequada em um menor tempo.

Prova disso foi uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, a qual revelou que muitos bebês que foram ao óbito no período pós-natal poderiam ter sido salvos. Bastaria que os hospitais que os assistiram tivessem uma base de dados com informações clínicas das crianças desde o pré-natal.

2.2. Fornecimento de dados para planejamento estratégico

As informações que circulam dentro da instituição de saúde são fundamentais para a tomada de decisões por parte do gestor.

Assim, esses dados permitem traçar o perfil produtivo do hospital, baseado nos custos, na agilidade dos processos internos, o ritmo de fluxo de trabalho, bem como o desempenho de cada setor de profissionais.

Aliás, as informações podem ser utilizadas para prever se é necessário ou não investimentos como expandir determinada área, aumentar os leitos de alguma enfermaria, calcular a agilidade no atendimento, além de estimar a quantidade ideal de determinado insumo ou medicamento.

E essas decisões de cunho administrativo interferem diretamente na qualidade do serviço prestado aos pacientes. E, por isso, a confiabilidade nas informações demonstra ser cada diz mais importante na rotina do hospital.

A partir disso, a instituição torna-se capaz em fornecer uma gestão de cuidado do paciente com qualidade. E isso, sem dúvida, coloca o hospital em um patamar de referência em relação aos demais serviços.

Assim, um setor de TI fortalecido é uma forma de gestão estratégica dentro do hospital. As soluções tecnológicas que a TI gerencia são capazes de integrar todos os sistemas internos, o que reduz significativamente a perda de dados e viabiliza uma visão panorâmica de todos os processos internos.

Outra ferramenta importante de fornecimento de dados é o prontuário eletrônico. Ela também permite que se tenha uma visão ampla do paciente.

Dessa forma, é possível que o médico se informe sobre todas as condições clínicas de seu paciente e, baseado na medicina guiada pelas evidências, definir o tratamento mais adequado diante do diagnóstico.

Com todos os dados clínicos em mãos, reduz-se de forma considerável a necessidade de repetir exames laboratoriais e de imagem. Além disso, todas as áreas responsáveis por assistir o paciente — e não só os médicos — podem ser integradas, o que assegura agilidade no atendimento, sem dispensar a qualidade da assistência à pessoa.

Dessa forma, vale a pena investir em soluções tecnológicas da TI e abandonar sistemas obsoletos ou formas rudimentares de armazenar informações dentro da sua instituição.

Assim, o grande volume de dados que circulam associado ao uso de anotações em agendas ou editor de texto ou até mesmo planilhas de Excel são fatores que indicam a necessidade do hospital de adaptar-se às inovações tecnológicas que já fazem parte do mercado na área da saúde.

2.3. Otimização de processos e aumento da produtividade

Hospitais de grande porte podem lidar, por ano, com milhares de pacientes atendidos e procedimentos feitos. Além disso, contam com um corpo profissional de centenas de funcionários, que são responsáveis por lidarem diariamente com um grande número de dados.

Nesse contexto, boa parte desses profissionais dedicam grande parte de seu tempo a processos de gestão, de forma exclusiva. E, durante esse tempo, deixam de representar a massa produtiva dentro do hospital.

Atentos a essa situação, as grandes instituições de saúde têm investido na terceirização da TI como forma de aumentar a produtividade dos funcionários.

E ao escolher a empresa de TI com mais credibilidade no mercado, o gestor assegura a qualidade do serviço. E, dessa forma, manter os negócios em foco e aprimorar a assistência aos pacientes.

E a terceirização pode abranger todos os setores informatizados da instituição, e pode inclusive incluir a adaptação de alguns hardwares para utilizar soluções de Business Intelligence.

Uma prova dessa tendência é a recente terceirização do grupo COI, instituição de saúde referência no tratamento oncológico, hematológico e radioterápico no país. A diretora do grupo, Chrystina Barros, informa que o trabalho diário envolve o cuidado com informações referentes à saúde de pacientes, já que é questão de sigilo.

Além disso, Chrystina afirma que a necessidade de terceirização veio com o intuito de atender às constantes exigências de órgão internacionais e nacionais como a Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Accreditation Canada. Ao atender órgãos tão exigentes, comprovam que os serviços em TI prestados a instituição médica são de alta confiabilidade e qualidade.

A diretora ainda conta que o volume de informações imenso que circulava dentro do grupo COI foi o que determinou a necessidade de uma gestão mais competente e produtiva, que atendesse às necessidades e às expectativas dos negócios.

Afinal, o foco em terminais de operação e hardware não é competência da gestão, visto que isso consome recurso e tempo da equipe de TI do Grupo. Esta deve se dedicar exclusivamente à informação e à estrutura de processos, segundo a diretora do COI.

Chrystina ainda ressalta que o sistema nunca pode falhar, afinal, todo computador deve estar funcionando plenamente para o bem da instituição. E, dessa forma, nenhuma informação é perdida. Ou seja, para a executiva, a terceirização é a saída para evitar esse tipo e problema.

Portanto, os grandes hospitais têm necessidade em contar com o apoio da terceirização no setor de TI a fim de que tenha o suporte necessário para se manter entre os melhores em qualidade no cuidado com o paciente.

2.4. Visão geral sobre processos internos

Para a melhoria de processos internos é necessário, antes de tudo, realmente compreendê-los, não é mesmo?

Nesse contexto, os softwares de gestão hospitalar proporcionam aos gestores, que são os tomadores de decisão, uma visão geral de todos os processos que acontecem dentro da instituição. Este é o passo inicial para a otimização de todos os processos administrativos.

Com isso, o tempo para fechamento de contas fica reduzido bem como o ciclo completo para compras se torna assegurado, diminui as glosas hospitalares. Enfim, só quem realmente conhece seu ambiente de trabalho pode gerenciá-lo com excelência, sendo fundamental para a saúde financeira da instituição também.

Assim, para se ter o acesso às informações hospitalares — para a visão geral dos processos internos — é necessário utilizar ferramentas da informática que auxiliam nesse processo. Esses recursos tecnológicos serão importantes, principalmente, para captar e analisar dados.

Isso porque, tanto a garantia de armazenar todos os dados quanto a análise correta dessas informações são essenciais em todo o processo. E, a partir da classificação e processamento desses dados, serão geradas informações que permitem a tomada de decisões mais adequadas à realidade do hospital e do ambiente fora da instituição.

Atualmente, uma das mais completas ferramentas tecnológicas empregadas para ajudar na gestão de negócios e na tomada de decisões é o Business Intelligence (BI) e tem sido empregada cada vez mais nos hospitais.

A BI é uma ferramenta tecnológica utilizada para coleta, monitoramento, análise, compartilhamento e na organização das informações que circulam dentro das instituições. Isso oferece suporte para a gestão dos negócios.

Essa inteligência de dados é que compreendem o know how de informações que o próprio hospital detém, mas que se não for bem utilizada não terá grande relevância a instituição.

Porém, se utilizada corretamente, possibilita o ganho de uma ferramenta de gestão eficaz que vai permitir uma vantagem competitiva em relação aos demais hospitais.

Antes dessa ferramenta, alguns gestores esperavam até meses para obter relatórios de desempenho de estratégias ou de finanças. Apenas quando tinham esses relatórios em mãos, é que conseguiam corrigir eventuais erros na administração, traçando novas rotas e definindo outras estratégias.

Com o uso do BI, o responsável por comandar a instituição passa a ter acesso a esses dados quase que de forma espontânea, podendo atender a todos os setores do hospital de forma global.

E para a gerência, o uso da BI é uma oportunidade para direcionar e controlar de forma eficaz a gestão da instituição, uma vez que conhecer de forma adequada os resultados e indicadores lhe permite ajustar corretamente as estratégias de gestão.

2.5. Fortalecimento da credibilidade da instituição

As soluções tecnológicas proporcionadas pela TI asseguram a rapidez no atendimento do paciente e com qualidade, o que ajudam a construir uma boa imagem da instituição.

Além disso, um hospital totalmente integrado, com departamentos que se articulam por meio de sistemas únicos apontam como destaque no segmento, se comparado com concorrentes que utilizam ainda bancos de dados obsoletos ou processos manuais.

Afinal, o próprio setor de TI bem fortalecido já pode ser usado como uma ferramenta que torna a instituição referência no setor.

2.6. Redução de custos

A redução de custos com o emprego da TI ocorre devido a múltiplos fatores. Eles incluem desde a redução de ociosidade de salas, de equipamento e profissionais — devido à distribuição de recursos de forma inteligente — até a administração de medicamento de forma eficaz, tendo em vista que o sistema de prontuário eletrônico proporciona o diagnóstico mais preciso e com maior riqueza de informações.

Os custos reduzidos também decorrem devido à diminuição das glosas médicas proveniente da maior agilidade dos processos. Além disso, o atendimento de pacientes com maior rotatividade também está incluso nessa redução.

Portanto, são inúmeros os meios de diminuição de gastos por conta de ampliar a vantagem do hospital diante da concorrência.

3. Conheça as maiores tendências de TI para a área de saúde

Atualmente, várias inovações tecnológicas ligadas à TI como o Service Desk, APIs e o Cloud Computing são empregadas na área da saúde.

Quer saber um pouco mais sobre cada uma dessas três ferramentas? Então confira a seguir:

3.1. Service desk

O Service Desk é uma ferramenta desenvolvida a partir do Help Desk e tem como principal objetivo gerir e centralizar o serviço que dá suporte operacional aos profissionais — sejam eles terceirizados ou funcionários do próprio hospital —, que utilizam determinado software ou sistema.

Ou seja, o Service Desk nada mais é que uma ferramenta da TI mais evoluída que o Help Desk, sendo dotada de qualidade superior. Além disso, a primeira tem capacidade de englobar todas as demandas, sejam simples ou complexas, por meio de processos.

Assim, essa inovação tecnológica surgiu para centralizar as necessidades das instituições de saúde em um só lugar, atuando no registro de entrada e saída de solicitações de manutenção e suporte.

E, dessa forma, permite um controle maior sobre os serviços oferecidos. E, ao contrário do Help Desk — ferramenta selecionada para problemas mais cotidianos —, o Service Desk é empregado em danos operacionais um pouco mais complexos, encaixados na categoria de nível dois.

Assim, problemas em gerenciar e-mails ou servidores que simplesmente param de funcionar são exemplos de alguns desses problemas complexos.

3.2. APIs

É um conjunto de padrões de programação e rotinas utilizado para acessar uma plataforma da Web ou aplicativo de determinado software. APIs corresponde ao termo em inglês “Application Programming Interface”, que em sua tradução significa “Interface de Programação de Aplicativos”.

Dessa forma, uma API é desenvolvida quando uma empresa de software deseja que outros desenvolvedores de software criem produtos para serem associados a seu serviço.

Assim, é disponibilizado instruções e códigos que possam ser usados de forma mais conveniente pelos usuários.

3.3. Cloud computing

O Cloud Computing é uma ferramenta que permite o compartilhamento de dados hospitalares tanto entre profissionais quanto entre pacientes e médicos. E vem cada dia mais sendo aplicada na gestão hospitalar, devido a vários benefícios que ela pode trazer. Confira a seguir:

3.3.1. Redução de custos com infraestrutura

Com a utilização do Cloud Computing, torna-se desnecessário o emprego de um grande número de equipamentos para atualizar e armazenar dados. Afinal, essa ferramenta é capaz de armazenar um número muito maior de dados.

Tendo em vista que, mesmo que a empresa apresente crescimento, com o emprego da nuvem, a capacidade de armazenamento é flexível, podendo ser aumentada ou reduzida de acordo com a necessidade.

Assim, a empresa só paga pela quantidade de dados armazenada em determinado tempo, o que evita o desperdício de recursos já que uma das premissas dessa ferramenta é que a instituição só pague pela quantidade de dados que armazenar.

3.3.2. Facilidade no acesso aos dados

Os dados podem ser facilmente lançados na nuvem, desde que se tenha internet disponível. Dessa forma, o acesso aos dados também é facilitado, pois, independente do local que se esteja, via web, é possível acessar o sistema e ter em mãos qualquer dado que se queira.

Isso sem contar que pode ser acessado a partir de vários dispositivos: notebooks, smartphones e tablets.

3.3.3. Otimiza processos

As operadoras de saúde foram pioneiras no emprego do Cloud Computing justamente pelo benefício na otimização nos processos.

Assim, por meio da nuvem, a comunicação desse tipo de instituição com clínicas, principalmente, facilitou o processo de distribuição do resultado de exames. O que o tornou muito mais funcional e dinâmico.

Sendo assim, um sistema de informação na nuvem capaz de conter todas as informações que circulam dentro do hospital, sejam elas prontuários de atendimento, exames realizados, prescrições médicas, estoque da farmácia é estrategicamente importante, do ponto de vista da instituição.

3.3.4. Permite melhor assistência ao paciente

A vantagem da nuvem em compartilhar informações quase instantaneamente e de maneira transparente é vantajoso não só pra quem trata o paciente, como também ele próprio.

Por exemplo, considere um adulto com diabetes que viaja desacompanhado e, porventura, tenha uma crise de hipoglicemia.

Se rapidamente identificado e se faz acompanhamento em algum centro de saúde que disponibilize seus dados em nuvem, é possível que o médico de emergência tenha acesso rápido ao seu prontuário e estabeleça, então, o melhor tratamento o mais rápido possível.

4. O impacto positivo do Outsourcing de TI na área de saúde

O serviço de Outsourcing nada mais é que a terceirização da gestão e controle de sistemas que se relacionam com a TI.

Assim, a solução empregada por muitas instituições de saúde de grande porte tem sido a contratação de um setor de TI externo para gerenciar todos os seus sistemas internos, em vez de investir numa equipe de TI própria.

Dessa forma, em hospitais que trabalham com grande número de informações e desejam manter o foco na qualidade da assistência dada ao paciente, o serviço de Outsourcing tem sido um recurso muito empregado.

Além disso, essa terceirização assegura que os melhores profissionais especializados em TI estarão a serviço da instituição.

Portanto, as soluções tecnológicas proporcionadas pela Tecnologia da Informação (TI) demonstram ser essenciais tanto na gestão clínica e de cuidados com o paciente quanto na gestão administrativa das instituições de saúde.

Afinal, a agilidade de processos dentre tantos outros benefícios que a TI pode proporcionar ao hospital também é vantajoso para o paciente, que é o alvo do cuidado de qualquer instituição de saúde.

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