Atualmente, a cloud computing é uma forte tendência nas empresas, já que facilita o dia a dia de gestores e colaboradores, que conseguem executar suas atividades em um ambiente virtualizado e integrado, com rapidez e eficiência. Você sabe quais são os tipos de nuvem disponíveis no mercado? Qual delas é a melhor escolha para a estratégia do seu negócio?

Continue a leitura deste post e fique por dentro do assunto!

Como funciona a cloud computing?

Muitas pessoas acreditam que o conceito de computação em nuvem é algo complexo e difícil de ser aplicado no dia a dia. No entanto, praticamente tudo o que elas consomem na internet — serviços de streaming de músicas e vídeos, armazenamento de dados e redes sociais — vêm a partir de aplicativos e serviços baseados na cloud computing.

Documentos e pastas que antes ocupavam espaço em armários e demandavam tempo para serem organizados agora são virtualizados e encontrados a partir de uma simples busca, o que facilita bastante o trabalho dos empregados — que conseguem ser mais produtivos e não precisam ir de um setor a outro solicitar informações.

Além disso, os dados ficam disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias no ano, por meio de qualquer dispositivo móvel com acesso à internet. Isso facilita a execução das atividades dos colaboradores, principalmente aqueles que atuam em posições altamente estratégicas.

Vale lembrar que o acesso que os funcionários têm à informação é estabelecido de acordo com sua hierarquia na companhia. Dessa forma, somente pessoas autorizadas podem trabalhar com informações confidenciais, o que pode evitar vazamentos e compartilhamentos de dados sensíveis.

Quais são as vantagens da cloud computing para a empresa?

Existem diversos benefícios da computação em nuvem para as organizações. Redução de investimentos em infraestrutura robusta, menos necessidade de contratar profissionais de TI especializados para fazer o sistema funcionar, virtualização, mobilidade e flexibilidade de armazenamento são apenas alguns deles.

A ideia principal não é apenas colocar arquivos digitais na rede e acessá-los a partir de qualquer local — vai muito além disso. Estar na nuvem significa transformar algo restrito a um espaço físico ou servidor em um sistema colaborativo, promovendo a integração de diferentes departamentos, o que se reflete nas metodologias de trabalho e no desempenho de projetos.

Outra vantagem é que a nuvem contribui para reduzir custos e redirecionar o capital que seria investido em servidores físicos, equipes de TI e data centers em áreas mais estratégicas. Afinal, na cloud tudo é contratado como serviço, desde aplicações simples a infraestruturas de TI completas.

Além disso, a empresa paga somente por aquilo que usa, sem gastos extras com manutenção, o que possibilita uma migração mais simples e rápida, independentemente de seu porte ou do segmento de atuação do negócio.

Quais são os tipos de nuvem existentes no mercado?

São disponibilizados 3 modelos distintos, que variam de acordo com a demanda e as singularidades de cada organização. Vamos conhecer cada um deles.

1. Nuvem pública

É uma cloud que permite uma implantação bastante simples, de forma gratuita. Normalmente é utilizada pelas empresas em aplicações secundárias, como na hospedagem de sites, marketing e e-mails.

Quando utilizar a nuvem pública?

Esse tipo de cloud é indicada em casos nos quais as informações não são sensíveis ou estratégicas para o negócio, visto que ela conta com uma segurança mais frágil do que as outras modalidades de uso.

Sendo assim, a corporação pode utilizá-la para sistemas do modelo de Software como Serviço (SaaS) ou em Plataformas como Serviço (PaaS), que são bastante viáveis e funcionais na nuvem pública.

2. Nuvem privada

Embora tenha um custo mais alto, entre os tipos de nuvem esse é o ideal para empresas que têm alta demanda, trabalham com um grande volume de dados e precisam de um bom tempo de resposta.

Nesse caso, os servidores contam com infraestrutura voltada para o uso exclusivo da companhia, o que garante um maior nível de proteção de dados — já que pessoas externas não terão acesso às informações, que são protegidas por firewall próprio.

Quando utilizar a nuvem privada?

Esse modelo é bastante indicado para empresas que trabalham com dados altamente sensíveis e estratégicos, como transações financeiras, projeções, informações sobre parceiros comerciais e colaboradores.

Organizações que já investiram em um sistema completo de TI podem utilizar os recursos disponíveis para trabalhar com Infraestrutura como Serviço (IaaS).

3. Nuvem híbrida

Essa denominação é adotada quando a corporação faz uso de dois tipos de nuvem ao mesmo tempo: local com uma privada e remota com a pública, permitindo a transferência de dados entre ambas.

Teoricamente é o modelo ideal para qualquer empresa, visto que a quantidade de recursos disponíveis é muito ampla. Dessa forma, parte dos recursos locais poderiam ser utilizados para a execução de tarefas simples e rotineiras enquanto os mais complexos ficariam alocados no servidor remoto.

No entanto, o grande desafio da nuvem híbrida é justamente o de manter a segurança de dados, principalmente os confidenciais que ficam na nuvem privada e não devem ser interceptados por terceiros — situação indesejável que pode ocorrer na transmissão de informações para a nuvem pública, que aloca o servidor remoto.

Quando utilizar a nuvem híbrida?

Organizações que já têm recursos para contar com uma nuvem privada mas que gostariam de usar recursos da nuvem pública podem se beneficiar do modelo híbrido, principalmente para migrar parte de suas aplicações de uma para outra em horários de pico, nos quais os servidores internos ficam sobrecarregados. Isso evita que o sistema sofra com lentidão e indisponibilidade.

Ao analisar os tipos de nuvem, pode-se observar que o modelo privado é o ideal para as empresas, pois garante maior cobertura de segurança para seus dados. Assim, o negócio consegue operar com o máximo de eficiência, agilidade e proteção.

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